quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Resenha O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

Resenha O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

Autor: Ransom Riggs 
Editora: Leya
Ano: 2015
Tradução: Edmundo Barreiro
Páginas: 336
Gênero: Literatura americana, Ficção americana
Avaliação do blog ☆☆☆☆

Olá pessoas lindas do meu coração hoje venho trazer para vocês a resenha do livro O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares! Venham conferir!!!

Resenha

Jacob é um garoto pacato, desde muito pequeno era o fã numero 1 do seu avô Abraham Portman, ele era fascinado pelas histórias do tempo em que seu avô vivia em um orfanato no País de Gales durante a guerra...

“Na minha infância, vovô era a pessoa mais fascinante que eu conhecia, ele tinha crescido em um orfanato, lutado guerras, cruzado oceanos a bordo de navios a vapor e desertos a cavalo”. Pág. 8

Ele lhe contava historias e aventuras incríveis, de como era fascinante aquele lugar, de como as crianças que moravam ali eram especiais, ou peculiares, comentava também sobre os perigos que existiam e dos monstros que os perseguiam...

“O orfanato era um lugar encantado, contava ele, projetado para manter as crianças protegidas dos monstros, em uma ilha onde o sol brilhava todos os dias e ninguém jamais adoecia ou morria”... Pág. 9

Com o passar dos anos Jacob começou a duvidar da veracidade das histórias do seu avô e isso lhe entristeceu muito, sabia que não era possível histórias como aquelas serem verdadeiras... Seu avô já estava com uma idade avançada e tinha vários delírios sobre os monstros do passado, o pai de Jacob queria coloca-lo em um asilo mais Jacob achava que não era necessário...  Em um dia normal como todos o senhor Portman foi brutalmente assassinado, Jacob chegou a tempo de ver o assassino... Mas esse assassino era um mostro! Isso não fazia sentido! Não conseguia acreditar que estava vendo! A partir desse momento Jacob começou uma luta com o seu psicológico, o que ele viu foi real? Ou estava tendo um estresse pelo trauma? Ele foi em busca de tratamento, na verdade foi obrigado pelos seus pais a procurar uma terapia...

“Passei os meses seguintes à morte do meu avô entrando e saindo de um purgatório de salas de espera e escritórios bege, onde era analisado e entrevistado, em conversas particulares assentindo quando se dirigiam a mim, repetindo-me as mesmas palavras, objeto de mil olhares piedosos e expressões sérias de preocupação”. Pág. 34

Jacob começou o tratamento, no entanto seus pesadelos não paravam de atormentá-lo, como uma sugestão para que Jacob superasse o trauma da perda o terapeuta sugeriu que ele fizesse uma viagem e fosse visitar o orfanato em que seu avô havia morado durante a infância... talvez alguém de lá ainda estivesse vivo e contasse um pouco mais da vida do seu avô....  e é ai que as coisas começam a ficar interessantes! Jacob vai para o País de Gales acompanhado do seu pai decidido a encontrar esse lugar e ter a paz que tanto desejava... Será que Jacob encontrará o orfanato? Seus pesadelos irão cessar quando tiver as suas respostas? O que podemos esperar para esses acontecimentos que estão por vir? Convido vocês a conhecerem essa história cheia de mistérios e personagens pra lá de peculiares!  

Como vocês podem perceber a história começa cheia de suspenses e com uma morte bem traumática logo no início, quando eu comprei o livro achei que seria um dos meus livros prediletos, mais isso não aconteceu, a história é muito bem contada, mais não senti aquela empolgação, não teve emoção, foi muito vago, fiquei um pouco decepcionada, pois queria muito ter gostado e não consegui me apaixonar... o livro é bom mais não conquistou o meu coração... ele é o primeiro da trilogia, não houve um final no livro, a historia ficou completamente aberta para o segundo, então irei ler o segundo para comprovar se gostei ou não... logo mais trarei pra vocês a resenha do segundo livro... convido todos a entrarem nesse orfanato e juntamente comigo ler os próximos livros!  
Bjus

“As estrelas também eram viajantes do tempo. Quantos daqueles pontos de luz antigos eram ecos de sóis atualmente mortos? Se todos os sóis menos o nosso fossem destruídos hoje, quantas gerações se passariam até que percebêssemos estar sozinhos? Sempre soube que o céu era cheio de mistérios, mas só naquela noite eu me dei conta da quantidade deles que havia na Terra também”. Pág. 323


2 comentários:

  1. Respostas
    1. Sim porque apesar de não ter me apaixonada, a narrativa em primeira pessoa é muito boa... :)

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